Gabinete PGJ

PGJ é finalista de Prêmio Nacional de Direitos Humanos

Vencedor na categoria foi o padre Gunther Alois Zgubin, da Pastoral Carcerária

 

O procurador-geral de Justiça do Paraná, Olympio de Sá Sotto Maior Neto, esteve entre os finalistas do Prêmio Nacional de Direitos Humanos, conferido pelo Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), organização da sociedade civil fundada em 1982, e que conta hoje com mais de 400 entidades filiadas. O Prêmio, instituído em 1988, com o objetivo de homenagear, promover e dar visibilidade às instituições e pessoas que se destacaram na luta pela dignidade e pelo respeito ao ser humano, é conferido pelo Movimento a cada dois anos.

Olympio foi indicado ao Prêmio na categoria “Personalidade”, pelo IDDEHA - Instituto de Defesa dos Direitos Humanos, organização filiada ao MNDH. Quem venceu nesta categoria foi o padre Gunther Alois Zgubin, por sua luta para chamar a atenção da sociedade à situação carcerária do país. Bastante conhecido em todo Brasil, ele é membro da Pastoral Carcerária, parceira do MNDH na luta contra a tortura no país.

A resistência indígena Tupinikin-Guarani, que representa uma luta histórica de resistência dos indígenas do Espírito Santo, venceu na categoria “Experiência”, enquanto o Movimento das Mulheres Campesinas (MMC) venceu na categoria “Organização”.

O Prêmio aos três vencedores será entregue nesta sexta-feira, 18, em Vitória (ES), no primeiro dia do XV Encontro da Assembléia Nacional do MNDH, que será realizado até dia 21, tendo como tema principal a Radicalização da luta por Direitos Humanos e como tema secundário a construção de posições e estratégias de enfrentamento aos obstáculos à efetivação dos Direitos Humanos, buscando contribuir no fortalecimento da luta popular.

O Movimento explica que todas as indicações e os julgamentos passam por uma seleção do Conselho Nacional do MNDH. “Assim, os julgamentos são feitos a partir dos seguintes parâmetros de avaliação, considerando a categoria em que o inscrito está concorrendo: importância histórica no contexto brasileiro e mundial; geração e produção de conhecimento relevante; capacidade inovadora e criativa; integração com outros segmentos sociais; impactos sociais, políticos e culturais na sociedade; potencial de difusão e aplicabilidade por outros; integração dos Direitos Humanos civis, políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais”.

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